TSE: filha de Gilmar Mendes integra novo grupo de combate à desinformação

Publicado em 02/07/2025 · Categoria: Política

Discussões sobre estratégias contra a desinformação eleitoral ganham força no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que instituiu, na segunda-feira 30, um novo grupo de trabalho sobre o tema. Entre os indicados está Laura Schertel, filha do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

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O grupo reúne nove participantes, incluindo acadêmicos, representantes do Judiciário e do Ministério Público, como o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa. Além de propor pesquisas e campanhas, a equipe vai ter o papel de organizar cronogramas, coordenar eventos e produzir relatórios sobre suas atividades.

Trabalho do TSE em subgrupos e envio de propostas

Gilmar Mendes
Gilmar Mendes, o decano do STF | Foto: Carlos Moura/SCO/STF/Flickr

Os integrantes poderão dividir-se em subgrupos, para aprofundarem temas específicos. O grupo vai formalizar as conclusões e propostas em documentos e os enviarão à presidência do TSE. O tribunal poderá compartilhá-los com o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia, caso necessário.

Entre os integrantes estão a assessora da presidência do TSE, Estela Aranha; um juiz auxiliar da presidência; o vice-procurador-geral eleitoral Alexandre Espinosa; e os professores Virgílio Almeida; Marilda Silveira; Dora Kaufman; Laura Schertel; Silvio Romero de Lemos Meira e Bruno Bioni.

Foco em inteligência artificial e desafios democráticos

Alguns membros, como professores e especialistas, defendem a regulamentação da inteligência artificial. Parte do grupo sugere que o ambiente digital pode “influenciar jovens a aderirem a discursos de extrema direita”.

Virgílio Almeida, professor da UFMG e um dos integrantes, defende o debate sobre IA e afirma que não há como ignorar as novas tecnologias. “Há melhor jeito de reorganizar essa sociedade para que valores humanos e democráticos sejam preservados”, disse Almeida.

Já Marilda Silveira, doutora em Direito administrativo e indicada em 2023 pelo STF como ministra substituta do TSE, destacou em evento recente que “um dos maiores desafios é justamente preservar essa confiança”.

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“Em um cenário de desinformação e crise institucional, cabe aos profissionais da Justiça Eleitoral atuar com agilidade e transparência, mostrando à população que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas para garantir a integridade do processo democrático”, afirmou.

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